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Fala, gremistada. Vou falar agora das eleições do clube. Assunto muitas vezes chato, mas importante. Não vou manifestar minha opinião no Blog do Torcedor por questões normativas da globoesporte.com. Questões com as quais, diga-se, concordo. O Blog é do Grêmio, dos gremistas. Não é de A, nem de B, nem de C. Não cabe, portanto, que eu tome partido por alguma candidatura naquele espaço.

Mas decidi abrir meu voto por aqui. E, sendo direto e reto, vou de Fábio Koff no dia 21/10. Antes de começar a expor alguns motivos, quero deixar bem claro que não faço e nunca fiz parte de nenhum grupo político. Sou apenas sócio. Não sou conselheiro, nem nada parecido. Os grupos políticos provavelmente mal sabem que existo. Não tenho rabo preso com nada, nem ninguém.

Vou de Koff, mas estava há poucos dias em Guayaquil torcendo pelo Grêmio. Vou de Koff, mas torço DESESPERADAMENTE para que a Gestão Odone se despeça do Olímpico com algum título. Vou de Koff, mas seguirei torcendo pelo sucesso do Odone, caso ele vença, bem como para que o Homero seja extremamente bem sucedido em sua gestão, caso a chapa dele saia vitoriosa. Sou Grêmio. Não seco o time, não seco pessoas, não faço nada parecido. Quem acompanha meus textos sabe muito bem que por vezes elogio o Odone, por outras critico, bem como já fizera com o Duda Kroeff.

Dito isso, vou às considerações mais pontuais. Lembrando que são apenas opiniões minhas. Em momento algum sugeri que seriam as verdades absolutas do mundo. Sintam-se à vontade para discordar 100%. Mas saibam que tais opiniões não são movidas por interesses, tampouco apadrinhamentos ou coisas do gênero. São apenas minhas opiniões, visando exclusivamente o bem do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

Considerações:

HOMERO

Me parece um cara do bem. Não o conheço pessoalmente (como, aliás, nenhum dos candidatos), mas tenho boas referências dele. Já o escutei em algumas oportunidades e parece um cara bom. Nos dois sentidos: bem intencionado e capaz.

Dei uma olhada na proposta da Chapa 3. Gostei. Mas não me encantei. E acho que o Grêmio vive um momento de REVIRAVOLTA. Chega de “gostar” de uma contratação ou de uma proposta: tá na hora de nos “apaixonarmos”. De CAIR MATANDO. Chega de vaga, queremos títulos. Chega do “ah, que legal!”. Queremos o “PORRA, QUE LOUCURA!”

E a ideia da candidatura Homero Bellini me passou essa impressão: “ah, que legal”. Não vou analisar aqui a capacidade individual de cada integrante desse C.A., mas, de modo geral, a chapa me passa uma “inexperiência”. Pode ser uma “Chapa Felipão”? Pode. Mas também pode ser uma “Chapa Julinho Camargo”. Não é hora de apostas. É hora de trazer o Messi. Hora de ajeitar a casa com o “certo”, pra depois, quem sabe, dar vez ao “duvidoso”.

Pode parecer meio ofensivo dizer que eles são “duvidosos”, mas não levem para o sentido pejorativo da coisa. Eu mesmo torci muito para que essa candidatura passasse pelas eleições do Conselho Deliberativo. Achei ótimo um sangue novo injetando novas ideias e propondo novos debates nessas eleições. Achei fantástica a ideia de pacificação proposta pelo MGI. Enfim, respeito demais suas intenções e capacidades. Mas, sendo direto e reto mais uma vez, acredito que a hora do Belinni ainda não é agora. Que essa eleição sirva pra ele “marcar posição”, ganhar terreno, mostrar sua força. Num futuro bem próximo, quem sabe, entra pra fazer a diferença. Provavelmente mais preparado e, inclusive, carregando aprendizados dessa derrota de 2012.

ODONE

Não gosto dessa gestão. Nunca cogitei votar na Chapa 4.

Entretanto, não pinto o Odone como o monstro que alguns pintam. Ele tem muitos mérios SIM. Reconheço todos eles e o admiro por isso. Teve participação fundamental na manutenção do condomínio de credores, bem como na própria idealização da Arena. Sem falar que em 2005 teve a coragem de tirar um time semi-falido da lama. Não esqueço MESMO disso.

E por mais que eu discorde de muitas coisas ditas e/ou feitas pelo Paulo Odone, sei também que se trata de um grande gremista. Apaixonado pelo clube e disposto a vê-lo vencedor. Isso sempre esteve claro na minha cabeça.

Mas não adianta. Não concordo com sua gestão. Posso citar vários episódios que ilustrariam minhas discordâncias. Não o farei porque seria um tanto oportunista: em toda gestão, provavelmente, discordarei de alguma(s) coisa(s). Isso é normal.

Só que com o Odone é DEMAIS. E não são apenas discordâncias em questões amplas, como contratações, investimentos, etc. São com POSTURA, DECLARAÇÕES, etc. Pode parecer besteira, mas acho que as PESSOAS que estão gerindo uma empresa – ou, no caso, um clube – são muito responsáveis pelo sucesso desta não só por suas decisões, mas também pelas pessoas que são.

Odone e Pelaipe são muito competentes em várias áreas, é inegável. Mas são PESSOAS que não têm o perfil que imagino ser o ideal para administrar o Grêmio. O Pelaipe muitas vezes é grosseiro e/ou injusto em algumas decisões e atitudes (não cabe, novamente, ficar aqui citando fatos). Acredito que eles exercem uma gestão onde o respeito é IMPOSTO, e não CONQUISTADO. Uma gestão que se vangloria de qualquer vírgula que faz, como se fosse a maior vírgula da história do Grêmio. Uma gestão que prefere xingar um funcionário a dialogar na boa, descendo do pedestal.

Eu poderia citar muitas coisas que não me agradam nesse grupo, mas o texto já tá gigante. Por isso estou sintetizando minhas discordâncias nesse meu sentimento: acho que eles tropeçam nas palavras, tropeçam em decisões, enfim, não são os líderes ideais, no meu julgamento. E um grupo que ADMIRA seus superiores, com certeza rende mais. É envolto por uma atmosfera mais sadia e mais produtiva. Um grupo que apenas respeita seus superiores, por imposição hierárquica, pode até mostrar trabalho com suor, mas talvez falte um pouco de coração.

KOFF

Vi uma pré-divulgação do projeto da Chapa 1. Honestamente, gostei muito. Não estou votando no Koff só pelo seu passado. Me pareceu bem OUSADO (e acho que precisamos disso) e bem estruturado. Visa revolucionar o futebol e a gestão do Grêmio. Se vai dar certo? Não sei. Mas tentar já é um passo.

E discordo um pouco de quem fala que “não se deve votar na pessoa, e sim no projeto”. Até me justifiquei no início dizendo que gostei muito do projeto do Koff, mas, sinceramente, não dá pra ignorar todos os canecos com os quais esse cidadão esteve envolvido diretamente na história do Grêmio. Sem falar que, quando assumiu no começo da década de 90, o clube também vinha de uma Segundona. Saiu de lá pra empilhar títulos.

Quem não olha para a pessoa que tá votando, votaria no Hitler, se ele tivesse o melhor projeto. Ou então num ladrão safado, que iria roubar do Grêmio diariamente, mas com o melhor projeto na gaveta. Nem 8, nem 80. Claro que o projeto é muito importante. E só por isso demorei para abrir meu voto: tive que arranjar tempo para ver as três propostas. Mas dizer que “a pessoa não conta” é demais. Discordo totalmente. Conta e MUITO. Se Fábio André Koff não merece uma atenção especial por parte do torcedor gremista, quem merece?

E não concordo com quem fala que “o Koff só tá concorrendo por birra e rivalidade que tem com o Odone”. Primeiro que, quando se lançou, nem sabia se o Odone também concorreria. E, além disso, seu projeto tem como uma de suas diretrizes buscar UNIÃO. Eles pretendem somar esforços, juntando pessoas de diferentes grupos, a fim de unir e fortalecer o clube. E, convenhamos, o Koff já é um senhor na casa dos 80 anos, bem sucedido financeiramente e que, mais do que um grande Presidente, talvez tenha sido O MELHOR da história gremista. Para muita gente ele é ídolo. É reconhecido e saudado por onde passa. Não precisa mais provar nada pra ninguém, tampouco usar o clube para se promover de alguma forma. Seria muito conveniente ficar no conforto do seu lar curtindo sua aposentadoria. Se veio pro pátio, só posso crer que de fato tem algo interessante a oferecer para o clube que ama.

Como eu disse, não sei se esse ousado e promissor projeto será um sucesso na prática. Mas se tem uma pessoa que merece que eu deposite minha confiança, essa pessoa é o Koff. É o tipo do voto que, mesmo se der tudo errado em sua gestão, estarei tranquilo comigo mesmo, sabendo que pelo menos EU fiz o certo. O que meu gremismo mandava eu fazer.

E pra fechar, vou falar de duas frases. Uma que ouvi hoje, e me motivou a abrir esse voto ainda nessa madrugada. E outra que ouvi há mais tempo, logo que começou a se falar em eleição.

Recebi uma ligação do Odone hoje. Uma gravação de quase 30 segundos defendendo sua candidatura. Concordei com praticamente todos os 20 segundos iniciais. Então o Presidente finaliza, falando com uma torcida que não ganha nada há 11 anos: “…em time que tá ganhando não se mexe”.

“Ganhando o que?”, me perguntei. Se o Odone considera suas “vagas” e afins como vitórias, o que o Presidente Koff, que faturou duas Libertadores e o MUNDO, poderia dizer? Se Batalha dos Aflitos é “time que tá ganhando”, Mundial Interclubes é o que então? Teoricamente o pessoal da Chapa 1 tinha todo o direito de fazer uma campanha baseada nesse passado, se VANGLORIANDO muito mais que o Odone. Mas a primeira frase que li ao acompanhar o projeto da candidatura Koff foi a seguinte: “Gosto mais dos sonhos do futuro do que das histórias do passado” (Thomas Jeferson).

Saudações azuis, pretas e brancas,

Lucas von.

O texto a seguir é do meu amigo Adriano Brandão, impulsionado por uma conversa que tivemos sobre as inúmeras falhas e miopias do marketing gremista. Segue:

 

Quando eu comecei a escrever este post/artigo, confesso que fique extremamente ansioso por ouvir argumentos que poderiam ser usados pelos dirigentes do Grêmio para explicar/contestar o que aqui será discutido. É claro que quando se faz uma crítica, a tendência clara de quem é alvo das mesmas é se defender e, muitas vezes, culpar tudo aquilo que parece justificável aos olhos da mídia e torcedor: as gestões anteriores, a arbitragem, a crise mundial, o horário de verão, a queda do dólar, a guerra do Iraque, o câncer do Lula… enfim, as desculpas são inúmeras e hilárias, mas vamos ao ponto:

Um grande clube de futebol, nos dias de hoje, deixou de ser construído apenas dentro das 4 linhas do campo como acontecia antigamente. As 4 linhas do gramado ganharam novas dimensões. Hoje quando olhamos pro gramado de um estádio, precisamos entender que o sucesso de um clube não se faz mais só ali. Hoje, além de grande dentro de campo, um clube precisa ser grande na gestão da sua marca: na forma como convive intimamente com o anseio de seus torcedores, na forma como se apresenta e ostenta sua história para o mundo, na forma como aproxima e cria novo admiradores – mesmo que estes tenham outros clubes de coração, na forma como faz sua marca ser admirada longe de seus domínios, dentre outras muitas formas de gestão intelectual. As marcas, literalmente, passaram a definir estilos de vida e aspirações dos seres humanos em todas as áreas de sua existência.

Atualmente uma das ações mais utilizadas dentro do universo da gestão de marca é o que chamamos de “co-branding”. O co-branding é uma ação de marketing conjunta entre duas marcas (normalmente famosas) que tem como objetivo principal unir forças para aumentar sua exposição e, naturalmente, conquistar novos consumidores, compradores, investidores, torcedores, etc.

Em outubro do ano passado vimos o nosso co-irmão surpreender o Brasil e a mídia com uma ação de marketing de co-branding ao patrocinar um dos maiores lutadores brasileiros de MMA, Rodrigo Minotauro, em um evento do UFC (Ultimate Fighting Championship) realizado no Rio de Janeiro. Minotauro, em sua luta, vestiu uma bermuda onde estampava um grande e chamativo distintivo do SC internacional de Porto Alegre. Este evento foi transmitido ao vivo para, no mínimo, 100 milhões de pessoas ao redor do mundo, e foi visto e revisto nos telejornais esportivos de TV e de internet algumas outras milhões de vezes. Onde está o acerto e o erro do nosso co-irmão nesta ação de marketing?

– O acerto: associou a sua marca a um atleta consagrado, que em troca do patrocinio levaria o nome do clube a milhões de pessoas no mundo inteiro, de diversos países, facilitando futuras ações de comerciais e de marca no exterior.

– O erro: uma marca, seja ela de carro, de roupa, de palito de fósforo, de detergentes ou até mesmo de um clube de futebol exige, necessariamente, que haja alguma identificação com a outra parte envolvida. Marcas exigem coerência pois se relacionam intimamente com o estilo de vida de seus admiradores/consumidores/torcedores. Rodrigo Minotauro, por melhor ser humano e lutador que seja, possui total desconexão cultural e emocional com o nosso co-irmão: ele não é gaúcho, não tem ligação afetiva com o clube, nunca torceu para o SC Internacional e nunca na sua vida deve ter assistido um jogo de futebol no Beira-Rio. Não existe nenhuma ligação/conexão da marca com o seu patrocinado. Minotauro e Inter, literalmente, não combinam.

Para entender bem o que seria esta “desconexão” entre duas marcas, bastaria imaginar o lançamento de uma campanha de sócios do Grêmio onde o garoto propaganda fosse o baixinho Romário. Imaginem um comercial dele vestindo a camiseta tricolor, fazendo juras de amor ao clube, se dizendo gremista desde criancinha e pedindo para o torcedor se associar. Certamente o nosso torcedor não iria aderir a esta campanha pois, mesmo o baixinho sendo um dos maiores jogadores de todos os tempos, sabe-se que ele nunca teve nenhuma ligação com o Grêmio e, provavelmente, pela desconexão entre ele e clube, a adesão dos torcedores a este apelo seria pífia.

Onde eu queria chegar: Alguns dias atrás virou notícia no Brasil inteiro uma campanha, feita via Twitter, por outro famoso atleta do MMA, o gaúcho e gremista Fabrício Werdum, em que ele próprio fazia um apelo para que o Grêmio o patrocinasse em um dos próximos eventos do UFC pois, neste caso, a conexão entre a marcas seria fortíssima: um atleta de alto nível, com status de vencedor no seu esporte, nascido em Porto Alegre e devidamente identificado e enraizado com o clube. Esta notícia correu as redes sociais e logo chegou na mídia. O Grêmio, imediatamente, rechaçou qualquer possibilidade de patrocinar outro tipo de esporte que não o o próprio futebol e, sendo assim, jogou fora a oportunidade de ser, literalmente, protagonista de um dos maiores eventos esportivos do mundo na atualidade.

Nessas horas eu compreendo claramente porque o Grêmio está estacionado no seu passado. O mundo evoluiu, o futebol evoluiu, as marcas se tornaram globais e saíram das placas de publicidade dos estádios para ganhar o mundo. A nossa marca, infelizmente, ainda teima em não querer ultrapassar o pórtico que existe no pátio do Olímpico mesmo que as vezes, por mérito do pulso firme de pouquíssimos dirigentes e pela força da nossa torcida, ela dê um jeitinho de escapar das linhas limítrofes de Porto Alegre para se aventurar em cidades como Montevidéo, São Paulo, Tóquio, Kobe, Medellin e algumas outras metrópoles do mundo onde forjamos os capítulos mais felizes da nossa história.

Estamos assistindo, dia após dia, nosso maior rival criar conexões fortíssimas com outros clubes, públicos, investidores, admiradores e mídia. Comparada a tudo isso, a situação do Grêmio beira o irreversível. Estamos presos a uma cúpula fechada de dirigentes do passado, que vivem se revezando as custas de sobrenomes famosos ou de pequenos feitos que – por serem os únicos argumentos administrativos de sua gestão – são tratados como batalhas monumentais quando, na verdade, não passam de meros jogos contra clubes que nem figuram a primeira divisão do nosso futebol e nem valem o custo da criação de um DVD.

A verdade é que mais uma vez perdemos a oportunidade de mostrar para o mundo que ainda estamos vivos. Fabricio Werdum é um dos maiores nomes do seu esporte e que, há pouco tempo atrás, conseguiu um feito inédito: venceu o maior lutador peso pesado da história do MMA, Fedor Emilianenko, um feito que o Minotauro, atleta patrocinado pelo nosso rival, tentou 3 vezes e foi derrotado nas 3 tentativas. Werdum é um desses caras como nós: gremista, gaúcho e batalhador. Acho até que mais cedo ou mais tarde pode ser que eu esbarre com ele nas arquibancadas da geral pois, como bom gremista que é, ele provavelmente vai estar torcendo e apoiando o nosso time. De qualquer forma, este encontro nas arquibancadas do Olímpico deve demorar um pouco para acontecer pois, entre assistir uma partida do Gauchão com transmissão ao vivo para todo interior do Rio Grande do Sul ou ser a atração principal em um dos maiores eventos esportivos do mundo com transmissão ao vivo para todos os continentes do planeta, eu tenho certeza que ele, Werdum, vai optar pela segunda opção. E nós, não surpreendentemente e lamentavelmente, já optamos pela primeira.

Nenhum acontecimento, seja ele positivo ou negativo, acontece por obra do acaso. Invariavelmente, tudo obedece a lei de causa e efeito e isso é muito claro nos eventos que se sucedem no Grêmio ao longo dos últimos 15 anos. Acho que sempre haverão aqueles que ao ler textos como esse argumentarão e darão todo tipo de desculpa para justificar que o Grêmio não tem nada a ver com MMA, ou que o Grêmio é o maior porque tem a melhor Arena do mundo, ou que o Grêmio não vai patrocinar outros esportes porque isto não faz parte do planejamento do clube, ou que o Grêmio tem o melhor site do Brasil, ou que o Grêmio é o primeiro clube gaúcho a ser campeão do mundo, ou que o Grêmio nunca perdeu para um time do Congo, ou que o Grêmio é o clube gaúcho que vai emprestar o estádio para o show histórico da Madonna em Porto Alegre, ou que o Grêmio… ou que o Grêmio… ou que o Grêmio… ou que o Grêmio…

Enquanto continuarmos pensando que as nossas conquistas do passado e a nova Arena serão suficientes para garantir as conquistas do futuro, vamos permanecer sendo vítimas fatais de teoria da causa e efeito.

 

Apêndice:

Alguns números para entender a visibilidade que um evento como o UFC pode trazer para uma marca:

– Estima-se que no Brasil o evento tenha sido assistido por 30 milhões de pessoas;
– Nos Estados unidos, vendeu-se “apenas” 300 mil pay-per-views, o que é considerado baixo para um evento deste porte;
– Transmissão via pay-per-view para mais de 40 países;
– Transmissão ao vivo no Brasil pela Globo.com, TV Globo, SporTV Combate e RedeTV
– Os eventos do UFC estão sendo realizados em diversos países como Austrália, Japão, Suécia, Canadá, entre outros, e todos com sucesso de transmissão e ingressos sempre esgotados.